Anne’s Story


Anne

Remember when I’ve posted the first sketches of “Anne’s Story” comic? If you don’t, don’t worry. Here are some new sketches plus final art for the upcoming IDW comic “Silent Hill Downpour : Anne’s Story”. That’s it, the officer Anne Cunnigham will be the protagonist of this side story that will show the events paralel to Murphy’s nightmare in Silent Hill.

The story will be written by Tom Waltz, also know for writing other Silent Hill comics alongside Downpour itself. Art credits goes to Tristan “T-Rex” Jones.

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INNER FEAR’S FAN STATION!


FAN STATION

That’s it, Inner Fear now has a section entirely dedicated to Fans! A bigger place where you can share your fan works such as artwork, crafts, cosplay, videos, short films, and anything else you might be interested in sharing! It’s bigger than the old Historical Society section we had here before, that was only based on posts lost in the site’s archives. This time all the works will be available in only one page, working as a wide database.

Now, let’s talk about how to send your works:

 It’s very simple. All you need to do is drop us a line with the link of the internet place where your work is. It’s important that it’s already uploaded on the internet because it makes it easier to publish on the website.

It’s also important that your art is based on Silent Hill universe, we are a Silent Hill website so it makes sense that we are looking for things related to it. Always remember that we won’t accept works with mature/nudity/sexual contents, and every submitted work will be checked before publish.

Again, when you have selected the work you’d like to see published on ‘Inner Fear’, you can submitt it through:

Inner Fear Official Facebook Page

Inner Fear Official Twitter Account

geral.innerfears@hotmail.com

and of course, through here, by posting a comment with your work’s link!

Take a look at the new “FAN STATION“!

Don’t forget to send your fan art!

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Silent Hill: Revelação 3D – Análise


ENGLISH TRANSLATION 

Silent Hill: Revelação 3D segue os acontecimentos do seu antecessor, lançado em 2006 e protagonizado por Radha Mitchell, no papel de Rose, uma mãe desesperada para encontrar a cura para o sofrimento da filha adoptiva que a leva até à cidade maldita de Silent Hill, onde episódios estranhos têm lugar e conduzem a respostas ao mistério por detrás da relação entre Sharon (filha adoptiva) e a cidade, tomando por inspiração o enredo do primeiro jogo da série Silent Hill.

Um dos aspectos mais interessantes do primeiro filme é efectivamente a forma como toda a história é deixada em aberto, através de um final ambíguo que deixa o espectador na dúvida sobre o destino de Rose e Sharon, e abre os horizontes a uma provável sequela directa, sequela a qual leva seis anos a surgir!

Silent Hill: Revelação segue então os acontecimentos do primeiro filme e conta com Adelaide Clemens no papel de Heather Mason. (protagonista do terceiro jogo da série.) Aqui Heather está em fuga com o pai, Harry Mason (Sean Bean), sempre perseguidos por perigosas forças que ela ainda não compreende e que a atormentam através de pesadelos que tem desde criança. No entanto, as coisas mudam drasticamente no dia do seu 18º aniversário quando episódios estranhos começam a acontecer e Heather percebe que não é quem pensa que é. A juntar a tudo isto está o simultâneo desaparecimento do pai, Harry, que é levado para o reino maldito de Silent Hill. Heather segue o seu rasto e com a ajuda de um misterioso rapaz, Vincent, enfrenta uma realidade demoníaca que guarda segredos sobre a sua identidade e a sua verdadeira ligação com a cidade.

Se o primeiro filme se apoiava numa abordagem narrativa mais poética, repleta de momentos de suspense, Silent Hill: Revelação, vem adoptar uma abordagem especialmente centrada na acção, ao invés da tensão prolongada. Este pode ser um dos pontos menos bons deste filme, ao longo de cerca de 90 minutos (duração bastante mais reduzida face ao primeiro filme), são poucos os momentos que permitem ao espectador criar uma verdadeira relação com a narrativa, uma vez que a acção passa-se demasiado rápido e encadeada, por vezes, de forma sintética. No fundo as coisas acontecem quase todas ao mesmo tempo, à medida que somos transportados através de autênticos níveis de um videojogo. Por exemplo, Heather está numa determinada situação, entra numa porta e uma nova situação tem início, praticamente superando a anterior. No fundo, esta parafernália de acções acaba por fazer com que cada uma seja pouco desenvolvida e acabe por saber a pouco! No entanto, não deixa de funcionar bem, uma vez que cada acção é capaz de representar de forma bastante fidedigna, a fonte de inspiração – Silent Hill 3 – Algo que na minha opinião, ao contrário do que muitos pensam, o primeiro filme também conseguiu fazer satisfatoriamente. De qualquer forma, Silent Hill: Revelação 3D vem trazer uma série de elementos não só narrativos mas também pictóricos, que invocam várias partes dos videojogos! Como fã, foi gratificante reconhecer elementos nos cenários que se referiam a momentos específicos dos jogos. O melhor exemplo disso tem lugar no “Brookhaven Asylum”, graças à presença dos mapas originais, bem como o sapato vermelho no quarto do Motel “Jack’s Inn”. Numa visão geral, há que dizer que esta foi uma excelente adaptação do videojogo, muitas cenas fielmente representadas, como a do carrossel, perto do final. O dramatismo deste momento é fantástico, complementado por bons diálogos que completam a grande prestação de Adelaide Clemens. Ainda referente a diálogos, há que referir que muitos deles ficaram à quem do que se poderia esperar de grandes actores. Grande parte do diálogo existe para oferecer gratuitamente o enredo mais denso do filme, tendo os próprios personagens a explicar a história milimétricamente, contando com recorrentes flashbacks correspondentes ao primeiro filme. A prestação de Kit Harrigton ficou também bastante à quem do que se fazia esperar, talvez graças ao facto de grande parte dos diálogos serem pobres e a própria  direcção de actores feita por parte de Michael J. Bassett, ser também insuficiente. No fundo nenhuma personagem é realmente desenvolvida ao longo do filme para que seja possível uma especial empatia. Heather é a única personagem com a qual conseguimos interagir mas até nela, não é possível reconhecer uma evolução. Douglas Cartland (Martin Donovan) tem direito a poucos minutos de atenção e o seu destino é terrível  dando o seu papel original ao jovem Vincent (Kit Harrigton), enquanto Claudia Wolf (Carrie Anne-Moss) continua a ser a principal antagonista mas num nível inferior graças ao seu pouco tempo de antena. De qualquer forma é compreensível que assim seja, com uns escassos 90 minutos, seria pouco provável criar uma maior profundidade na narrativa ao ponto de fazer jus a todos os personagens intervenientes, mas é facto que algumas decisões não foram acertadas.

No campo das decisões acertadas, podem ser referidas várias, dando-se destaque ao departamento de arte que realizou um trabalho fantástico em todas as  partes do filme, dando a Silent Hill: Revelação um visual bastante credível e absolutamente próximo da fonte de inspiração. Destaque também para o design das criaturas, levado a cabo pelo conhecido Pattrick Tatopoulos. Apesar de ter gerado alguma controvérsia em volta da comunidade de fãs, a utilização de monstros do primeiro filme, resultou bastante bem, dando destaque ao emblemático Pyramid Head, que viu o seu papel crescer nesta sequela. Apesar da mudança de propósito, face à fonte de inspiração original, a utilização desta criatura como guardião de Alessa funcionou na perfeição, fazendo o público estabelecer uma improvável relação de empatia e até mesmo de pena para com o não tão assustador e ameaçador Red Pyramid “Thing”.

A juntar a toda a componente visual está o som, um dos melhores elementos do filme. Desde o primeiro frame até aos créditos finais, toda a componente sonora de Silent Hill: Revelação, está magnificamente executada, graças ao talentoso e veterano Akira Yamoaka em colaboração com Jeff Danna. As variações de intensidade e ritmo servem a acção perfeitamente, intercalando o silêncio com uma ambiência própria da série Silent Hill, ajudando assim a ritmar a acção acelerada. Mais uma vez, destaca-se a cena do carrossel, com uma sonoplastia muito boa. Por fim, ainda no departamento de som, há que referir a música dos créditos finais, depois da sequência em CGI, toca Silent Scream, música criada especialmente para este filme, e que conta com os dotes vocais da cantora residente, Mary Elizabeth McGlynn.

Por fim, mas não menos importante, há que referir a componente 3D que acompanha a jornada de Heather em Silent Hill: Revelação. Este é sem dúvida um elemento que adiciona muito à experiência em cinema, especialmente em certas ocasiões onde se dá uma imersão arrepiante no filme, levando ao extremo a sensação de interactividade com os próprios personagens, acção e cenários. Uma destas ocasiões dá-se logo no início quando a sala de cinema se enche de cinzas. No entanto outros efeitos ficaram à quem do esperado, como os típicos objectos que saltam do ecrã, que em maioritariamente não conseguiram cumprir com o efeito pretendido. De qualquer forma, o detalhe e a definição de cada plano graças à tridimensionalidade, valeu a aposta nesta vertente que felizmente não viu um abuso na sua utilização.

VEREDICTO FINAL:

No geral, Silent Hill: Revelação, apesar de não ser, de todo, uma obra prima, consegue apresentar-se como um filme consistente, mantendo-se fiel à fonte de inspiração. O seu verdadeiro ponto negativo reside na acção acelerada e em alguns diálogos mal concebidos, consequência da reduzida duração do filme que obrigou a uma maior concentração da história que se desenvolve demasiado rápida, criando poucas oportunidade de relação com a narrativa. No entanto apresenta um visual bastante forte, aliado a uma componente sonora brilhante e a um complemento 3D que oferece boas experiências na sala de cinema.
Resta agora aguardar por uma possível sequela e torcer para que venha a ver a luz do dia num futuro mais próximo que seis anos!

7//10

Agradecimentos especiais:

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Silent Hills – The playable Teaser


No need to say anything… You just need to know that Silent Hill is coming back and Hideo Kojima, Guillermo Del Toro and Norman Reedus are in it. Here’s the teaser for Silent Hills (Yes it seems to be a plural name). In case you own a Playstation 4, make sure you download the P.T (Playable Teaser) so you can experience the full thing and make through this Playable teaser! Keep following Inner Fear’s Facebook for news and updates on the series.

A Soul trying to find its Killer – Murdered Soul Suspect


Square Enix comes up with a plan. The soul of a Police officer comes across your console in order to find out the trace of the man who killed him. The permise is indeed very interesting and the approach even better. Murdered Soul Suspect seems to be a game that will make your heart race for the good reasons, sharing a strong resemblance to games like L.A Noire and… Silent Hill! You should totally take a look at this game.

Murdered: Soul Suspect – L.A. Noire meets Silent Hill in Airtight’s latest

Source: Xbox Official Magazine [TotalXbox]

 

Remembering Silent Hill: Revelation


Here are three pictures shared by the well known Silent Hill Revelation VFX Paul Jones, featuring some of the monsters the created for the second film. The Pyramid Head and Nurses reprising their roles and the new Creature from Brookhaven Asylum.

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Support – OOBE


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OOBE – AT WHAT POINT IS IT POSSIBLE TO HAVE CONSCIOUSNESS OF THE SUBCONSCIOUS?

“A child wakes up locked in the trunk of a car. The door finally opens and he finds himself completely lost and alone in a giant junkyard, surrounded by memories of the past. The thing is, the more he seeks the exit, the more he finds himself stuck on that realm”

OOBE is a short-film seeking your help, it is a story of hope and life, regarding the journey of a kid, lost in a ominous realm that threats to trap him forever.

Iam one of the directors, and all your contributes are very welcome to make this project possible, as we really want to bring this vision to life, but our budget is limited and a small help will allow us to be another step closer to our main goal which is to create a memorable experience with OOBE.

There are many things that could be said to defend this project. However we think that what guides us to do this film is the enormous will to create a memorable cinematographic experience that can touch the audience in a transcendental way.

This is what OOBE is. It’s more than a film. It’s a story about what’s unknown to us; it’s an original approach to what is inside of each of us, more than a biological way in a spiritual way.

OOBE is a journey that takes us to sensory paraphernalia, but what we want more than everything is to tell the history of Gui. Gui is still searching for an exit from the junkyard. We want Gui to find the exit. We want Gui to emerge, to find it’s way back to the surface and find himself, in whatever way possible.

 

We are willing to fight for this project! We have the team willing to help Gui to find his way out. We are passionate about what we do and OOBE is the best example of that. Once again, it’s more than a movie or a cinematic experience, it’s a life experience that we want to share!

Help us Helping Gui!

SUPPORT HERE

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Thank you so much guys

Projects worth sharing


I’ve been pretty busy lately, lots of things to deal with took most of my time, but, when I finally had some time to spare on the internet, I just found out some amazing Silent Hill fan projects which are absolutely worth sharing.

I already knew both of them. Silent Hill: Lost Days, for exemple, has already been featured on the blog. But it’s never enough to share these projects, because they not only keep the spirit of the series alive, but they are also original takes on well known stories and, most important of all, they are results of a work of passion.

Therefore, I will start talking about “A Silent Hill Story: Lost Days”. Since day one, this project always looked pretty cool, the concept was clear: rework the story from Silent Hill 2. We’ve been introduced to the team behind it, indepedent filmmakers that probably want to do what they like, which are films! We’ve also been introduced to alot more than a simple concept, we have been introduced to the actors who were playing the characters we already know so well. I’m talking, of course, about James Sunderland (Starlin Britt ) and Mary/Maria (Lizzy Vincent ) . This is the first point where this project stands out! The cast really seems to fit the characters, in a way it doesn’t look sloppy, and, let’s be honest, most of the fan short films fail by having a bad or “not so good” cast!

This was one of the reasons why I kept following the project and didn’t simly ignored it. It has been a delight to see such attention to detail on this short film, at least by what we’ve seen so far. Every picture they share show something new and really make us curious about what this short film really is. It doesn’t seem to want to copy the original story but, instead, create an original take on what we know from Silent Hill 2.

Of course we’ll just know how good this project is, when we get to see the final result, but, so far, these small teases have been doing an excelent job!

So, it’s time to talk about another Silent Hill fan project, this time by Zenithfilms that brings to us “Silent Hill: Requiem”. If I previously refered anything about “original”, then I was refering this fan short film! This is a completely original take on the events of Silent Hill 2 and 3, mixed all together in a very strange set that bring together great references from the games themselves.

I must say that I didn’t know much about Zenithfilms. I started watching this short version of Silent Hill Requiem without knowing what to actually expect. The look of the film, including the set and characters is obviously quite different from what you might be used to see. It first reminded me of Sin City in the way the monochromatic images work together with the slight use of strong colors to resemble their meanings, such as the red for blood. However, I was quickly able to give this approach, an original taste, when I was finally into the story. I found strange at first, how the characters interacted but, again, I could quickly get used to it, in a way that really pleased me. I was delighted by hearing sounds from the original games, and in the end I was curious, expecting to see MORE!

I believe this was the main goal of this project, make people expect to see more from what it was shown in this short version of Silent Hill: Requiem, so they will contribute to their crowdfunding campaign, helping these guys building something bigger! You should totally take a look at their “indiegogo” page where you’ll also be able to watch their first short version of “Silent Hill: Requiem”!

In the end, this was a great surprise. It’s great to see people giving new life to well know stories. Have you ever imagined James and Heather working together in Silent Hill? If you didn’t, then this must be a nice oportunity for you to find out how it would be!

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